Pode, mas com um cuidado a mais: o consentimento precisa prever essa finalidade — levar a sessão (ou um trecho) à supervisão — e o material segue sigiloso, compartilhado apenas com o supervisor. Gravar localmente ajuda a controlar quem tem acesso.
A regra aplicada
Como usar a gravação em supervisão
- No consentimento, deixe explícita a finalidade de supervisão — não basta o consentimento genérico de registro.
- Grave localmente e selecione só o trecho necessário à supervisão.
- Compartilhe apenas com o supervisor, por meio sob o seu controle, mantendo o sigilo.
- Guarde conforme as regras de guarda e descarte o que não for mais necessário.
Consentimento para supervisão (modelo para copiar)
TERMO DE CONSENTIMENTO — gravação para supervisão clínica Eu, [paciente], autorizo a gravação da sessão de [__/__/____] e o seu uso em supervisão clínica com [supervisor(a)], conduzida por [psicólogo(a)], CRP [____]. Finalidade específica: discussão do caso em supervisão. O material é sigiloso, restrito ao supervisor e guardado sob o controle do(a) profissional. Posso retirar este consentimento a qualquer momento, por escrito. Assinatura: ______________________ Data: __/__/____
O consentimento genérico de gravar não cobre a supervisão: a finalidade precisa estar prevista. Gravando localmente, você controla o trecho e quem recebe.
Prompt para gerar as notas para a supervisão
Você é um assistente que ajuda psicólogos a preparar a supervisão de um caso. A partir da transcrição abaixo, gere as notas para a supervisão, em português, com estas seções: 1) Caso em foco 2) Pontos para discutir com o supervisor 3) Hipóteses 4) Dúvidas Regras: baseie-se apenas na transcrição, use os nomes que aparecem nela e não invente nada que não tenha sido dito; marque "(a confirmar)" o que não ficou claro. Leve só o necessário e mantenha o sigilo da pessoa atendida. TRANSCRIÇÃO: [cole aqui a transcrição do Gravô]